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Advogado de Visto K-1 de Noivo(a)

Petições no Formulário I-129F, requisitos de encontro presencial e da IMBRA, preparação para a entrevista consular, filhos K-2 e ajuste de status depois do casamento.

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Advogado de Visto K-1 de Noivo(a): Petição I-129F e Ajuste de Status

O visto K-1 de noivo(a) permite que um cidadão americano traga seu noivo ou sua noiva estrangeira para os Estados Unidos, para que o casal se case aqui e o novo cônjuge peça o green card sem sair do país. A Capitol Law Partners prepara a petição no Formulário I-129F, orienta o noivo ou a noiva na etapa consular e protocola o pedido de ajuste de status depois do casamento. Tratamos o caso como um único processo contínuo, e não como dois pedidos separados, para que nada se perca entre o visto e o green card.

O que um advogado de visto K-1 faz por você

  • Confirma se o K-1 é o caminho certo ou se casar no exterior e pedir um visto de imigrante CR-1 ou IR-1 seria melhor para vocês.
  • Prepara o Formulário I-129F com prova da cidadania, do encontro presencial, da intenção de casar e as informações exigidas pela IMBRA.
  • Pede a dispensa do requisito de encontro presencial quando dificuldades ou costumes a justificam.
  • Orienta o noivo ou a noiva no DS-160, no exame médico, na lista de documentos e na entrevista consular.
  • Inclui os filhos do noivo ou da noiva como requerentes K-2.
  • Protocola o I-485, o I-765 e o I-131 depois do casamento e prepara vocês para a entrevista de ajuste.
  • Ajuíza uma ação de mandamus se o I-129F ficar parado no Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS) muito além dos prazos publicados.

Quem se qualifica para o visto K-1

Só um cidadão americano pode fazer a petição para noivo ou noiva. Residentes permanentes não podem usar o K-1 e precisam se casar primeiro e protocolar o Formulário I-130 na categoria F2A. O casal deve cumprir estes requisitos:

  • Ambos livres para casar. Qualquer casamento anterior de um dos dois deve ter terminado por divórcio, anulação ou morte, com documentos que o comprovem.
  • Intenção real de casar em até 90 dias após a entrada. O relacionamento deve ser verdadeiro e o plano de casamento, concreto. Os dois assinam declarações de intenção.
  • Encontro presencial nos dois anos anteriores ao protocolo. O casal precisa ter se encontrado pessoalmente pelo menos uma vez nesse período; contato apenas on-line não conta. O USCIS pode dispensar o requisito se o encontro violar costumes rígidos e tradicionais da cultura do noivo ou da noiva estrangeira, ou se causar dificuldade extrema ao cidadão americano.
  • Informações exigidas pela IMBRA. A Lei de Regulamentação de Agências Internacionais de Casamento (IMBRA) exige que o peticionário informe certas condenações criminais e qualquer I-129F anterior. O peticionário que já apresentou duas ou mais petições K-1, ou que teve uma aprovada nos últimos dois anos, precisa de uma dispensa dos limites de protocolo.

Casais do mesmo sexo se qualificam nas mesmas condições, inclusive quando o país do noivo ou da noiva não reconhece o relacionamento, porque o casamento será realizado nos Estados Unidos.

Processo e prazos

  1. Formulário I-129F. O cidadão protocola a petição no USCIS com provas do relacionamento, do encontro e da intenção de casar. Os prazos de processamento são divulgados pelo USCIS e variam; acompanhamos o caso e tomamos providências se ele travar.
  2. Centro Nacional de Vistos e consulado. A petição aprovada vai para o Centro Nacional de Vistos (NVC) e depois para a embaixada ou o consulado americano no país do noivo ou da noiva. Ele ou ela preenche o DS-160, o pedido de visto de não imigrante, reúne certidões de antecedentes criminais e documentos civis e faz o exame médico com um médico credenciado (panel physician).
  3. Entrevista. O oficial consular entrevista o noivo ou a noiva sobre o relacionamento e analisa a declaração de apoio financeiro do peticionário no Formulário I-134. Filhos menores de 21 anos pedem o visto K-2 ao mesmo tempo ou em até um ano após a emissão do K-1.
  4. Entrada e casamento. O noivo ou a noiva entra com o K-1, e o casal deve se casar em até 90 dias. O K-1 não pode ser prorrogado.
  5. Ajuste de status. Depois do casamento, protocolamos o Formulário I-485 com o Formulário I-765 para autorização de trabalho, o Formulário I-131 para a permissão de viagem (advance parole) e a declaração de apoio financeiro no Formulário I-864. Não é preciso um I-130 separado. O USCIS agenda a biometria e, normalmente, uma entrevista. Se o casamento tiver menos de dois anos na data da aprovação, o cônjuge recebe um cartão condicional de dois anos e depois protocola o Formulário I-751.

Provas e documentos

  • Prova da cidadania americana: passaporte, certidão de nascimento ou certificado de naturalização.
  • Prova do encontro presencial: carimbos no passaporte, cartões de embarque, registros de hotel e fotos datadas do casal.
  • Provas do relacionamento: mensagens, registros de chamadas, viagens, presentes e cartas de familiares e amigos.
  • Declarações assinadas de intenção de casar dos dois e eventuais planos do casamento.
  • Sentenças de divórcio, anulações ou certidões de óbito que encerraram casamentos anteriores.
  • Informações exigidas pela IMBRA e, se o casal se conheceu por uma agência de casamentos, os documentos de conformidade da agência.
  • Para a etapa consular: confirmação do DS-160, passaporte válido, certidão de nascimento, certidões de antecedentes criminais, resultado do exame médico, Formulário I-134 e documentos fiscais do peticionário.

Limites do status K-1

O K-1 é um visto de finalidade única. Quem o tem não pode mudar para outro status de não imigrante, como visto de estudante ou de trabalho, nem ajustar o status por meio de outra pessoa que não seja o cidadão que protocolou o I-129F. Isso vale mesmo que o noivo ou a noiva depois se case com outro cidadão americano ou receba uma oferta de emprego. Se o casamento não acontecer em até 90 dias, espera-se que ele ou ela saia do país; permanecer gera permanência ilegal e não deixa nenhum caminho para o green card dentro dos Estados Unidos por outro casamento ou por um empregador. Casais que se casam entre si depois de passados os 90 dias normalmente ainda podem fazer o ajuste, porque o pedido se baseia no casamento com o peticionário, mas a demora precisa ser explicada.

K-1 ou visto de imigrante CR-1?

Casais que podem se casar no exterior têm uma segunda opção: casar primeiro, protocolar o Formulário I-130 e concluir o processo consular de um visto de imigrante CR-1 ou IR-1. Esse caminho do green card por casamento traz o cônjuge aos Estados Unidos já como residente permanente, com autorização de trabalho na chegada e sem um segundo pedido. O K-1 muitas vezes traz o noivo ou a noiva mais cedo e permite que o casal se case nos Estados Unidos, mas é seguido de um processo de ajuste separado, com formulários, taxa e espera próprias pela autorização de trabalho. Comparamos os dois caminhos considerando o seu cronograma, onde vocês preferem esperar e se um casamento no exterior é viável.

Problemas comuns que ajudamos você a evitar

  • Encontro que fica pouco fora da janela de dois anos, ou prova do encontro que não mostra os dois juntos.
  • Casamento anterior não informado ou informações da IMBRA incompletas, o que pode levar à negativa e a uma constatação de declaração falsa.
  • Recorrer ao K-1 quando o peticionário é residente permanente ou quando o casal já é casado.
  • Protocolar o I-485 antes da emissão da certidão de casamento, ou esperar tanto depois do casamento que a demora precise de explicação.
  • Viajar ao exterior depois de entrar com o K-1 e antes da aprovação do advance parole, o que pode deixar o cônjuge impedido de voltar aos Estados Unidos.
  • I-129F parado muito além dos prazos publicados, sem nenhuma movimentação. Nossa equipe de mandamus em imigração pode pedir a um tribunal federal que obrigue o órgão a decidir.

Seu advogado de visto K-1

Cagatay Ersoy, fundador e sócio-gerente da Capitol Law Partners, é formado pela Columbia Law School e cuida de vistos de noivo(a) e green cards por casamento, além de imigração por trabalho, direito empresarial e marcas. Nossos advogados e nossa equipe atendem em inglês, turco, espanhol, português e francês. Representamos casais a partir dos nossos escritórios em Washington, DC, Herndon, Virgínia e Nova York, e cuidamos de todas as outras categorias familiares descritas na nossa página de imigração por vínculo familiar.

Saiba mais sobre vistos de noivo(a) e de cônjuge

Comece seu caso de K-1

Conte-nos onde seu noivo ou sua noiva mora, quando vocês se viram pessoalmente pela última vez e quando pretendem se casar, e diremos se o K-1 ou um visto de imigrante para cônjuge é a melhor opção. Agende uma consulta ou ligue para +1 (202) 440-2272.

Perguntas frequentes

Um portador de green card pode apresentar uma petição K-1?
Não. Só um cidadão americano pode protocolar o Formulário I-129F. O residente permanente legal que quer patrocinar o parceiro precisa se casar primeiro e protocolar o Formulário I-130 na categoria F2A, e depois aguardar a data de prioridade ficar corrente no Visa Bulletin. Se o residente permanente se naturalizar durante a espera, o cônjuge passa a ser parente imediato e o caso avança sem fila.
Precisamos ter nos encontrado pessoalmente antes do protocolo?
Sim. O casal precisa ter se encontrado pessoalmente pelo menos uma vez nos dois anos anteriores ao protocolo do I-129F, e videochamadas não contam. O USCIS pode dispensar o requisito se o encontro presencial violar costumes rígidos e tradicionais da cultura do noivo ou da noiva estrangeira ou se causar dificuldade extrema ao cidadão americano, mas as duas dispensas exigem provas detalhadas.
Meus filhos podem vir comigo com o visto K-1?
Sim. Seus filhos solteiros menores de 21 anos podem pedir o visto K-2, na mesma entrevista ou em até um ano após a emissão do seu K-1. Eles precisam constar do I-129F. Depois do casamento, cada filho K-2 protocola seu próprio Formulário I-485 para ajustar o status junto com você, e o filho ainda precisa ser solteiro e menor de 21 anos na data do ajuste.
O que acontece se não nos casarmos em 90 dias?
O K-1 não pode ser prorrogado. Se o casamento não acontecer, espera-se que o noivo ou a noiva saia dos Estados Unidos; permanecer gera permanência ilegal, e ele ou ela não pode ajustar o status por meio de ninguém além do peticionário. Se o casal se casar depois de passados os 90 dias, o ajuste normalmente ainda é possível, mas a demora precisa ser explicada e documentada.
Posso trabalhar depois de entrar com o visto K-1?
Na maioria dos casos, não de imediato. O titular do K-1 pode pedir uma autorização de trabalho com base no status K-1, mas ela vale apenas pelo período de 90 dias e raramente chega a tempo de ser útil. A autorização de trabalho normalmente vem do Formulário I-765 protocolado com o I-485 depois do casamento. Protocolamos o pacote do I-485 assim que a certidão de casamento estiver disponível para encurtar a espera.
Posso mudar para um visto de estudante ou de trabalho em vez de me casar?
Não. O K-1 é um visto de finalidade única. Quem o tem não pode mudar para outro status de não imigrante dentro dos Estados Unidos nem ajustar o status com base em outra coisa que não seja o casamento com o cidadão que protocolou o I-129F. O noivo ou a noiva que decide não se casar, ou que prefere estudar ou trabalhar, precisa sair do país e pedir o visto adequado em um consulado no exterior.
O K-1 é mais rápido que o visto CR-1 para cônjuge?
Depende dos prazos de processamento atuais, divulgados pelo USCIS e pelo Departamento de Estado. O K-1 muitas vezes traz o noivo ou a noiva aos Estados Unidos mais cedo, mas é seguido de um processo de ajuste de status separado antes de o green card e a autorização de trabalho chegarem. O CR-1 demora mais antes da entrada, mas o cônjuge chega como residente permanente, sem um segundo pedido.
O que é a IMBRA e como ela afeta minha petição?
A Lei de Regulamentação de Agências Internacionais de Casamento (IMBRA) exige que o peticionário cidadão americano informe certas condenações criminais e qualquer I-129F anterior, e essas informações são repassadas ao noivo ou à noiva no consulado. O peticionário que já apresentou duas ou mais petições K-1, ou que teve uma aprovada nos últimos dois anos, precisa pedir uma dispensa dos limites de protocolo. Omissões podem levar à negativa e a uma constatação de declaração falsa.